Princípios do cooperativismo

A Aliança Cooperativa Internacional, uma organização criada em 1895, revisou estes princípios em 1966 e 1995, sendo sua versão mais atual a seguinte:


Adesão livre: Significa que a cooperativa deve ter suas portas abertas para admitir os membros e a parte interessada é livre para solicitar admissão a ela em conformidade com certas condições já previstas em lei.

Controle democrático: A gestão das cooperativas é feita pelos próprios membros, que, reunidos democraticamente em assembléia geral, elegem por voto aqueles que formarão o conselho de administração.

Gestão dos administradores: Deve estar sujeito ao que o estatuto da cooperativa envia. Os associados podem supervisionar o desempenho dos diretores por meio de delegados que integram os diferentes órgãos administrativos.

Educação cooperativa: As pessoas associadas têm o dever de se prepararem social e profissionalmente para desenvolver efetivamente os compromissos assumidos como parceiros.

Juros limitados ao capital: Para a operação de uma cooperativa é necessário um capital porque, embora seja uma empresa sem fins lucrativos, nenhuma empresa trabalha sem capital. Entende-se por interesse limitado ao capital, um juro fixo que não depende da maior ou menor quantidade das utilidades.

Distribuição do excedente: O excedente ou excedente, decorrente de operações realizadas pela associação cooperativa pertence aos associados e deve ser distribuído de forma a evitar os lucros de um parceiro em detrimento de outro.

Integração cooperativa: Os participantes de uma cooperativa devem ser integrados, o que significa que eles devem compor um todo de suas partes.